EDIÇÃO EM CURSO

A Fundação Manuel António da Mota institui anualmente o “Prémio Manuel António da Mota” distinguindo organizações que se destaquem nos vários domínios da sua atividade.

2021 PORTUGAL RESISTE

Prémio Manuel António da Mota – 12.ª Edição

INTRODUÇÃO

A Fundação Manuel António da Mota institui anualmente o “Prémio Manuel António da Mota” distinguindo organizações que se destaquem nos vários domínios da sua atividade. 

Em 2021, na sua 12ª edição, o Prémio Manuel António da Mota retoma a agenda do ano anterior e, sob o lema “Portugal Resiste”, premiará as instituições que se distingam no combate às consequências da crise pandémica nas áreas da luta contra a pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, apoio à família, inovação e empreendedorismo social, inclusão e transição digital e tecnológica e transição climática.

Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Fundação Manuel António da Mota e a TSF-Rádio Notícias formalizaram uma parceria para a divulgação do Prémio e das iniciativas que lhe são inerentes.

Candidaturas a partir de 1 de junho
Concorra por si, por nós, por todos!

No final de 2019, o mundo foi surpreendido pelo surto epidémico provocado por um novo vírus, COVID-19, rapidamente transformado numa pandemia à escala global.
Portugal sentiu com severidade os efeitos da pandemia, motivando a declaração e sucessiva prorrogação do estado de emergência, concretizado através de um conjunto de ações com impacto significativo na vida pessoal, social e económica dos portugueses.

Após uma fase inicial de fortes restrições à mobilidade, seguiu-se um período de abrandamento das medidas, que haveria de conduzir, no final de 2020, ao crescimento do número de pessoas infetadas e ao recuo no processo de desconfinamento.
A crise sanitária, como é hoje bem patente, tem vindo a deixar marcas profundas na sociedade portuguesa.
No domínio da saúde pública foi imposta uma enorme pressão sobre os recursos materiais e humanos do serviço nacional de saúde, obrigando ao adiamento de atos médicos, prejudicando o tratamento de outras doenças, e provocando o aumento da mortalidade.

Sucessivos períodos de confinamento causaram alterações nas rotinas e hábitos da vida quotidiana, com graves consequências no plano psicológico e emocional para muitas pessoas, afetando muito especialmente as que vivem sós ou institucionalizadas.
No plano económico e apesar das medidas adotadas, a pandemia causou a rápida deterioração da atividade das empresas, particularmente acentuada nos setores mais afetados pelas restrições impostas.

O decréscimo da procura interna e externa provocou em 2020 uma quebra muito expressiva do produto interno bruto, acompanhada pelo agravamento do déficit das contas públicas e o aumento da dívida pública.

No domínio social, a crise económica motivou alterações de vulto no mundo do trabalho, na dinâmica do emprego e nas condições de vida de muitas pessoas e famílias.

Fez aumentar o desemprego, atingindo com especial agudeza os trabalhadores em situação de precariedade laboral e com menores rendimentos.
Os segmentos mais desfavorecidos da população, tais como as famílias pobres, as pessoas sem-abrigo e em situação de exclusão social, viram igualmente agravada a sua condição.

As instituições da economia social viram-se obrigadas a concentrar esforços no combate aos efeitos sociais da doença, incrementando as ações de solidariedade na satisfação das necessidades mais básicas das pessoas, depois do forte abalo que sofreram na adaptação às novas condições.

A sociedade civil, através de movimentos de cidadãos, teve e tem tido um papel preponderante em encontrar respostas para os problemas sociais que a pandemia veio acentuar.

O ensino, em todos os níveis de escolaridade, foi duramente condicionado.
O ensino por meios telemáticos colocou exigentes desafios pedagógicos a toda a comunidade educativa, tornou mais visíveis as desigualdades que a escola reproduz, prejudicou as aprendizagens e reforçou o papel das tecnologias.
Vivemos num tempo de incerteza.
A crise pandémica ceifou a vida de milhares de portugueses e enlutou muitas famílias.
Receamos pela nossa saúde e pela nossa vida, de todos, o bem mais precioso.

A pandemia abalou o nosso sistema de saúde, provocou uma crise económica sem precedentes, colocou em risco a vida das empresas, eliminou postos de trabalho, obrigou-nos a trabalhar de outra forma, isolou-nos e afastou-nos dos que nos são mais queridos, privou os nossos filhos de irem à escola, isolou os mais velhos, acentuou as desigualdades, agravou a condição dos pobres e dos excluídos.

Chegou o tempo de vencer o medo e recobrar o alento.
Chegou o tempo de, todos – Estado, empresas, economia social, cidadãos e sociedade civil organizada – darem resposta aos desafios que temos pela frente para fazermos de Portugal um país melhor.

Com a vacinação em curso e o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) chegou o tempo de resistir e restaurar a esperança.
Em 2021, na sua 12ª edição, o Prémio Manuel António da Mota retoma a agenda do ano anterior e, sob o lema “Portugal Resiste”, premiará as instituições que se distingam no combate às consequências da crise pandémica nas áreas da luta contra a pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, apoio à família, inovação e empreendedorismo social, inclusão e transição digital e tecnológica e transição climática.

Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Fundação Manuel António da Mota e a TSF-Rádio Notícias formalizaram uma parceria para a divulgação do Prémio e das iniciativas que lhe são inerentes.

Concorra por si, por nós, por todos!

Candidaturas abertas ao Prémio MAM