Apoios

A Fundação apoia os agentes culturais na difusão da cultura e na promoção dos valores culturais

 

 

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  • Academia Produtores Culturais

    A Câmara Municipal de Lisboa tem vindo a organizar o Festival “TODOS – Caminhada de Culturas” que tem em 2016 a sua 8ª edição.

    O Festival tem por principais objectivos promover a inclusão através da cultura e das artes, assente nos valores do diálogo intercultural, inter-religioso, intergeracional e intersocial junto da população autóctone e imigrante que vive e trabalha na cidade de Lisboa.

    O Festival tem vindo a movimentar-se pela cidade, mudando de território a cada três anos. Até 2017 fixar-se-á na Colina de Santana – Campo dos Mártires da Pátria.

    A edição de 2016, que conta pela primeira vez com o apoio da Fundação, recorrerá às linguagens artísticas do teatro, música, novo circo, fotografia, cinema, entre outras, em que artistas contemporâneos e pessoas comuns partilham quotidianos de vidas, interpelando-se mutuamente em busca de reacções criativas e transformadoras.

  • Associação dos Amigos do Coliseu do Porto

    Durante mais de sessenta anos de existência, o Coliseu do Porto marcou carreiras, inspirou gerações, elevou a arte e a cultura. Pelo seu carisma, beleza arquitetónica e riqueza artística, o Coliseu do Porto sempre foi a sala de espetáculos mais emblemática da cidade.

    Tornou-se o “palco da cidade” e também o “palco do mundo”, ao trazer ao Porto os melhores artistas nacionais e internacionais, dando vida a momentos memoráveis que engrandecem e eternizam o Coliseu do Porto.

    A Fundação tornou-se em 2011 “Amiga do Coliseu”.

  • Associação Cultural e Artística de Guimarães - Laboratório das Artes

    O projeto Laboratório das Artes surgiu como grupo informal de artistas e teve início em 2001 após a intervenção artística numa loja comercial na Rua S. António em Guimarães.

    De 2001 a 2005 desenvolveu exposições, performances, música e mostras de cinema experimental no espaço, contabilizando cerca de duas centena de artistas das diversas áreas, tornando este projeto interdisciplinar.

    Em 2004 dá-se a abertura do Laboratório das Artes no seu espaço definitivo. Em Novembro de 2007 cria o Projeto Fábrica, numa antiga fábrica de curtumes. Este projeto reuniu uma exposição – IMPORT/ EXPORT – com 19 artistas nacionais, criando obras especificamente para o espaço. Em outubro de 2008 inaugura o último projeto. INFORMAL, assim se chamou, foi um projeto que reuniu 17 artistas e ocupou vários espaços institucionais de Guimarães.

    Na comemoração do seu 10º aniversário, o Laboratório das Artes apresentou no Centro Cultura Vila Flor, em Guimarães, o projeto “Território de Trabalho”.

    “Território de Trabalho” consistiu na apresentação do livro “Laboratório das Artes 10 anos” e na realização de uma exposição com obras de artistas que de certa forma fazem uma referência ao percurso programático da Associação.

    Partilhando os objetivos do Laboratório em proporcionar aos artistas condições para a experimentação, inovação e desenvolvimento de novas linguagens plásticas/visuais ao longo dos últimos 10 anos, a Fundação patrocinou a edição do livro “Laboratório das Artes 10 anos”.

  • Associação Empresarial de Amarante – Feira dos Doces Conventuais

    A Associação Empresarial de Amarante promove anualmente a Feira dos Doces Conventuais de Amarante, nos Claustros do Convento de S. Gonçalo, inserida no Programa de Animação Comercial da cidade.

    A Fundação, fruto da especial ligação do Grupo Mota-Engil ao concelho de Amarante, tem vindo a conceder um donativo destinado a apoiar a realização desta Feira que tem crescido ao longo dos anos em importância e número de participantes e visitantes.

  • Associação “Homenagem às Carquejeiras do Porto”

    A "Associação Homenagem às Carquejeiras do Porto" constituída em 2015 tem por fins, fomentar e divulgar o conhecimento sobre as Carquejeiras do Porto, o trabalho árduo desempenhado, por estas, em prol da cidade, um drama social e cívico vivido até à primeira metade do século XX.

    A Calçada das Carquejeiras no Porto, assim cunhada por volta de 1992 em homenagem às mulheres que lhe deram o nome, foi palco durante dezenas de anos de um verdadeiro drama humano silencioso e silenciado.

    As Carquejeiras transportavam a carqueja que vinha em barcos Douro abaixo, planta que servia de acendalha para os fornos que coziam o pão da cidade, aqueciam as casas mais abastadas, e contribuíram para o desenvolvimento da indústria de biscoitos e panificação de Valongo.

    Num percurso granítico com uma inclinação de 21 graus, impeditivo da utilização da tração animal, que se ergue ao longo de 210m desde os Guindais na Ribeira do Porto até às Fontainhas, as Carquejeiras carregavam a carqueja às costas, descarregada no cais da Corticeira, em molhos de 50 a 60 Kgs.

    Auferindo salários de miséria e praticando um ofício quase escravo, trabalhavam de sol a sol, para prover ao seu magro sustento e das suas famílias.

    Foi das mais duras profissões conhecidas, com as cascalheiras e as carregadoras de carvão, sal e paralelos, que marcaram o quotidiano da cidade do Porto durante décadas.

    Um dos propósitos mais importantes da Associação consiste em erguer uma estátua em bronze de expressão naturalista no cimo da Calçada das Carquejeiras, para que todos os portuenses e cidadãos que visitam o Porto, a possam entender, quer plástica, quer simbolicamente, preservando a memória deste traço sociológico e historiográfico do Porto da primeira metade do século passado.

    Par o efeito, a Associação tem vindo a proceder a uma campanha de recolha de fundos que permita concretizar este relevante projeto que é, sobretudo, uma justíssima homenagem da cidade, dos cidadãos e das instituições do Porto à condição humana destas mulheres e ao seu drama tristemente silencioso e silenciado.

    A Fundação não podia ficar indiferente a este apelo, dando o seu contributo para que a concretização deste projeto se torne realidade, estando a colocação da estátua prevista para o primeiro semestre de 2016.

  • Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP)

    A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) comemorou em 2015 o seu primeiro centenário.

    Fundada no Porto em 1915 por iniciativa do Bispo da Diocese, D. António Barroso, a associação congrega leigos médicos, mantendo uma forte ligação à Igreja Católica.

    Tem como seu grande desígnio a promoção e defesa dos valores cristãos no mundo da saúde em geral e da medicina em particular, na fidelidade à doutrina da Igreja.

    Tem actualmente cerca de 650 associados espalhados por todo o país.
    Desde 1937 publica ininterruptamente uma revista trimestral, Acção Médica, com artigos sobre os desafios bioéticos que o progresso da medicina origina, sobre problemas ligados aos sistemas de saúde, sobre temas de espiritualidade, etc.

    Organiza ainda regularmente reuniões de âmbito nacional ou local sobre temas com interesse para os médico, sendo igualmente responsável pela organização do serviço médico de apoio aos peregrinos de Fátima.

    Integra a FIAMC - Federação Internacional das Associações de Médicos Católicos, de que já organizou 2 congressos em Portugal, e a FEAMC - Federação Europeia das Associações de Médicos Católicos, organizando pela segunda vez em 2016 um congresso em Portugal, que terá lugar na cidade do Porto de 29 de setembro a 2 de outubro de 2016.

    Para além do programa científico do congresso, este integra um concerto na Igreja da Lapa.
    Associando-se a esta causa, a Fundação apoiou a realização do concerto, como parte integrante do programa cultural do congresso.